Quarta-feira, Julho 8

É tempo de não perder tempo



A Câmara não pode ser gerida num ambiente de promiscuidade entre a política e os negócios.



No passado dia 6 de Abril e neste espaço de opinião, assumi que era candidato a presidente da Câmara Municipal de Câmara de Lobos!

Entre outras razões porque conheço razoavelmente bem as grandes carências que continuam a afectar este Concelho e as suas cinco Freguesias, quer do ponto de vista económico, quer do ponto de vista social.

Por outro lado, porque tenho plena consciência do que é necessário e possível fazer mais e melhor para ultrapassar essas dificuldades.

Assumi, claramente, essa candidatura numa altura em que ainda não era conhecido o meu principal adversário político na corrida eleitoral.Hoje, conhecido que é o candidato do PSD, Arlindo Gomes, actual presidente, responsável por um mandato desastroso e com consequências nefastas, quer para a economia do Concelho, quer para o bem-estar das famílias câmara-lobenses, sinto ainda maior responsabilidade e vontade de trabalhar, dando o meu melhor, para a tão necessária mudança política neste Concelho a 11 de Outubro.

O actual presidente e recandidato pelo PSD criou, ao longo destes oito anos de mandato, uma teia de interesses que serviu e beneficiou, particularmente, um pequeno grupo de amigos e não a generalidade dos munícipes como era seu dever e como seria expectável, não apenas por parte de quem nele confiou o seu voto, mas também por parte de todos aqueles que escolheram Câmara de Lobos como local de residência, de trabalho ou de investimento.

Foi um presidente que não dialogou, que sempre recusou ouvir as reclamações do povo, que raramente recebeu o munícipe comum, que blindou a porta do seu gabinete, não fosse algum munícipe mais atrevido apresentar sem marcação as suas reclamações.

Um presidente que, raramente, entrou ou saiu pela porta principal da Câmara Municipal. Foi ainda um presidente que, em perfeita cumplicidade com o seu arquitecto, fez esperar e desesperar pela aprovação de um projecto de habitação familiar de centenas de munícipes que nalguns casos nunca obtiveram uma resposta positiva.

Foi também um presidente que, quando colocado perante a decisão de alguns grandes projectos de investimento público e sempre que havia mais do que um concorrente, não hesitou em optar pelo seu próprio favorecimento ou pelo favorecimento do seu grupo de interesses.

Este presidente e recandidato pelo PSD, independentemente de alguma obra feita, fruto de meios financeiros de que os seus antecessores não tiveram ao seu dispor, não merece ser reeleito. Não foi transparente na sua actuação e não deu provas de ser um bom gestor do interesse público.

O exercício do poder, nesta circunstância, do poder autárquico, deve ser encarado com espírito de missão, de serviço à causa pública e não como um meio de aproveitamento pessoal.

A Câmara não pode ser gerida num ambiente de promiscuidade entre a política e os negócios. Comigo, isso nunca acontecerá!

Para os munícipes de Câmara de Lobos chegou o tempo de não perder tempo, chegou a hora da mudança, está nas suas mãos eleger um presidente que governe e decida a favor do bem comum sem pensar em interesses pessoais ou individuais.

É possível fazer mais e melhor! Basta os câmara-lobenses votarem de forma racional, dando, assim, eficácia ao seu voto no próximo dia 11 de Outubro.
João Isidoro

MPT aposta em ex-socialista para a AR



Lícia Agrela tem 38 anos. É professora do ensino secundário no Monte, onde vive
DN-Data: 05-07-2009
Chama-se Lícia Agrela a aposta do partido de João Isidoro para conquistar um lugar de deputado na Assembleia da República. Lícia é presidente da Mesa do Congresso Nacional e dá aulas no ensino secundário, no Monte. Aos 38 anos, tem alguma experiência política adquirida nas estruturas socialistas. Pertenceu à JS e chegou a representar os socialistas na Assembleia da Freguesia do Monte. É a primeira vez que se candidata a um cargo com a notoriedade que acarreta o ser deputado na Assembleia da República. João Isidoro, reconhece que a eleição é difícil, mas credita que é possível. É "uma cara nova", de uma pessoa que se considera socialista e que será capaz de "receber os votos de todos os socialistas que estão descontentes com José Sócrates e com os três deputados da Madeira (do PS) que, em Lisboa, sempre foram mais lisboetas do que madeirenses". O presidente do MPT afirma que na AR sempre estiveram contra a Madeira. Isidoro diz também que Lícia Agrela é a única capaz de garantir total liberdade na Assembleia da República, contrariando assim José Manuel Rodrigues que afirmou que o seu PP também o faria.A escolha foi feita pela Comissão Executiva e deverá agora ser ratificada pela Comissão Política.
Élvio Passos

Terça-feira, Julho 7

AVISO

Informam-se todos os leitores do site do MPT da Internet - http://www.mpt.pt que, por motivos técnicos a que o Partido da Terra é totalmente alheio, sendo os mesmo da responsabilidade da empresa que possui o respectivo servidor, o referido sítio oficial do MPT encontra-se inoperacional desde o dia 6 de Julho. Pelo facto apresentamos as nossas desculpas esperando poder retomar a normalidade do mesmo em breve.

O Gabinete de Imprensa do MPT

Eleições: MPT garante que não fará coligações com PND ou MMS nas legislativas

Lisboa, 07 Jul (Lusa) - O presidente da comissão política nacional do MPT, Pedro Quartin Graça, garantiu hoje à Lusa que o seu partido "não fará coligações eleitorais nas eleições legislativas" nem com o PND nem com o MMS.

Hoje, o Conselho Geral do Partido da Nova Democracia (PND) tinha aprovado a constituição de uma coligação eleitoral com outros partidos, "cujos princípios não choquem com os do PND, designadamente o MMS e o MPT", numa reunião em Lisboa para discutir a estratégia a seguir nas próximas eleições legislativas.

No entanto, em declarações à Agência Lusa o presidente do Partido da Terra negou categoricamente a possibilidade de uma coligação com qualquer destes partidos nas legislativas.

"Respeitamos muito esses partidos, são partidos importantes, mas não faremos qualquer coligação nas legislativas com o MMS e com o PND", esclareceu Quartin Graça.

Sábado, Julho 4

Autárquicas: MPT candidata João Manuel Martins Evangelista à Câmara Municipal de Lagos



Pela sua proximidade e sensibilidade às vidas dos lacobrigenses.
Pela sua capacidade e currículo.
Pelo seu espírito assertivo e rectidão de carácter.
Pela sua manifesta inconformidade perante as agressões à liberdade.

O Partido da Terra aprovou no passado dia 27 de Junho candidatar João Manuel Martins Evangelista à Câmara Municipal de Lagos. A alternativa de que Lagos precisa.

João Evangelista vai avançar com um abaixo-assinado contra o que considera de perigosos prejuízos causados pela actual administração autárquica ao centro da cidade e ao futuro do concelho, e desafia desde logo o seu principal culpado - Júlio Barroso para a realização de um debate público sobre o futuro de Lagos.

Está então presente a alternativa que pode dar a Lagos a liderança necessária para dar segurança aos lacobrigenses.

Encontra-se disponível toda a informação da candidatura no site http://evangelista-lagos2009.blogspot.com
Sítio no qual todos os lacobrigenses são convidados a participar no enriquecimento do programa eleitoral.
Pode ainda contactar o candidato através do telemóvel 925 083 642 ou do e-mail joo8evangelista@gmail.com

As listas só serão encerradas na segunda semana de Agosto e os candidatos indigitados serão gradualmente divulgados (tal como o programa eleitoral).

Todos os lacobrigenses estão convidados a fazer parte deste projecto e apoiar o seu Concelho.

Lagos precisava de um candidato assim.
Lagos precisa pensar no futuro respeitando o presente.
A 11 de Outubro a escolha é vossa!

MPT prefere sessão solene com todos



Apesar de ter participado institucionalmente na sessão solene de ontem, o Movimento Partido da Terra discorda do modelo adoptado, embora lembre que se trata de uma cópia do que acontece nos Açores. João Isidoro Gonçalves voltou a frisar ontem, numa acção marcada para junto da Assembleia Regional, que o ideal seria um sessão onde o poder de intervenção fosse alargado a todos os partidos com representação parlamentar. Para o líder do partido, as sessões do 1 de Julho deveriam ser preferencialmente uma forma onde a Madeira fizesse uso das liberdades e conquistas da Autonomia. E lembra que esses valores também se constroem através do respeito pela diferença. Por isso mesmo, Isidoro considera "lamentável" que o PSD não tenha procurado consenso neste Dia da Região. Apesar das críticas, o MPT recorda que não vale a pena "insistir na birra" de a oposição não participar na sessão solene. "Se fosse para levar esse espírito letra, então todos os deputados da oposição teriam de renunciar ao seu mandato , já que o PSD nunca aceita propostas da oposição no Parlamento", disse o ex-deputado.

Sexta-feira, Julho 3

Autárquicas: Partido da Terra com candidato em Lagos



O Movimento Partido da Terra (MPT) vai a votos nas próximas autárquicas em Lagos com candidato próprio. João Evagelista é o nome escolhido. É independente. Tem 55 anos, licenciado em Turismo, foi comando na Revolução de Abril.

A candidatura foi aprovada no passado dia 27 de Junho pela distrital do MPT.

No comunicado onde o movimento anuncia a candidatura, Evangelista desafia publicamente o actual edil, o socialista Júlio Barroso, para um debate.

Quarta-feira, Julho 1

Autárquicas/Olhão: MPT junta-se a coligação liderada por PSD



Tal como o Região Sul já tinha avançado no passado dia 25 de Junho, PSD e CDS chegaram acordo para uma coligação em Olhão, à qual se junta agora o MTP, segundo informa o PSD Algarve em comunicado.


À semelhança do que vai acontecer também em Faro, o MPT - Movimento Partido da Terra alarga uma coligação que, de acordo com o PSD Algarve, “procurará a vitória nas eleições autárquicas em Olhão”.

A coligação vai ser encabeçada pelo social-democrata Eduardo Abúndio de Sousa, natural de Olhão, licenciado em Direito, tem uma pós-graduação em Direito Criminal e foi entre 2002 e 2005 auditor de justiça no Centro de Estudos Judiciários.

“Em Olhão, Nós Acreditamos” é o lema da coligação em vias de formalização.

De Abúndio de Sousa, o líder do PSD Algarve, Mendes Bota, diz: “Representa uma nova visão política da gestão das autarquias no futuro, conjugando rigor com ética e com competência”.

“A coligação que se perspectiva, só significa o espírito de união e de congregação dos olhanenses em torno de uma candidatura que pretende virar a página de um poder autárquico repetitivo e cansado, carecido de renovação”, remata.
Regiao-sul

Autárquicas/Felgueiras: Ex-vereador Horácio Costa candidata-se à câmara pelo Partido da Terra

O ex-vereador da Câmara de Felgueiras, Horácio Costa, que testemunhou em tribunal contra a autarca local, Fátima Felgueiras, vai candidatar-se à câmara pelo Partido da Terra, disse hoje à Lusa fonte ligada ao candidato.

A fonte adiantou que o ex-vereador e ex-chefe de Gabinete de Fátima Felgueiras apresenta publicamente as razões da sua candidatura no início da próxima semana.

O Partido da Terra entregou hoje, na Câmara Municipal de Felgueiras, um pedido de colocação de 12 'outdoors' para divulgar a candidatura de Horácio Costa.

O ex-autarca do PS manteve, nas declarações que prestou na Policia Judiciaria de Braga e durante o julgamento do chamado caso do 'saco azul', uma postura de crítica e denúncia dos actos da presidente de Câmara, que acusava de ter sido a responsável pelo funcionamento de um alegado saco azul, um sistema de recolha de fundos para as campanhas eleitorais do PS.

O tribunal não deu, no entanto, como provado qualquer crime relacionado com a recolha de fundos, tendo absolvido Fátima Felgueiras dessa acusação.

Em Felgueiras foi já anunciada a candidatura de uma coligação PSD/CDS, aguardando-se que sejam tornadas públicas quer a recandidatura da autarca - eleita nas ultimas eleições locais pelo «Movimento Sempre Presente» - bem como do PS, PCP e BE.

Terça-feira, Junho 30

Partido da Terra reforça-se no Algarve

Fausto Nascimento é arquitecto e reside em Loulé e irá integrar as listas daquela candidatura, a apresentar na próxima segunda-feira.

Em comunicado, o MPT diz que o seu representante chegou a ser candidato a Faro pelo MPT em 1993 tendo conseguido 7,7% dos votos e um mandato na Assembleia Municipal.

Para além da candidatura anunciada de João Pedro Jacinto à autarquia de Vila do Bispo, “são certas as candidaturas do Partido da Terra às Câmaras e Assembleias Municipais de Lagos e de Monchique, devendo o seu anúncio ocorrer na próxima semana para Lagos e posteriormente para Monchique” anuncia aquela força política.

A nível nacional, o Movimento Partido da Terra (MPT) anunciou hoje que vai apresentar-se às eleições legislativas de 27 de Setembro em coligação, disse hoje à agência Lusa o seu presidente, Pedro Quartin Graça, sem no entanto adiantar outros pormenores.

A decisão foi tomada pelo Conselho Nacional do MPT, que se reuniu para fazer o balanço das últimas eleições europeias e perspectivar as próximas eleições autárquicas e legislativas.

"O Conselho Nacional decidiu constituir uma comissão que irá definir os contornos práticos da participação do MPT nas eleições legislativas mas é certo que irá apresentar-se em coligação", disse Quartin Graça à Lusa, recusando adiantar mais pormenores sobre o processo.

Para as eleições autárquicas de 11 de Outubro, o MPT já decidiu concorrer em coligação com o PSD, CDS e PPM a seis camâras municipais: Lisboa, Vila Franca de Xira, Azambuja, Alenquer e Faro. Outras coligações estão ainda a ser negociadas.

O MPT decidiu também concorrer com listas próprias a várias dezenas de autarquias, nomeadamente às da Madeira, à do Sabugal, Nelas e Elvas , além das câmaras algarvias.
"Vamos concorrer a um total de 50 câmaras e assembleias municipais, seja em coligação ou sozinhos", disse o deputado, eleito nas listas do PSD.

O Conselho Nacional do MPT considerou que os resultados das últimas eleições europeias mostram "uma significativa e relevante subida" para este partido.
"Conseguimos uma subida superior a 50 por cento", salientou o presidente do MPT.
O MPT teve 24 062 votos (0,67%) nas eleições europeias de dia sete deste mês (Veja aqui os resultados finais oficiais publicados dia 29) e nas de 2004 tinha tido 13 671 votos.
Observatório do Algarve

Chão dos Louros será o 'arranque' do MPT




Partido vive uma situação financeira "mesmo bastante difícil"

Pela segunda vez, o Movimento Partido da Terra - MPT - promove uma festa anual no Chão dos Louros. O evento está marcado para o dia 9 de Agosto. João Isidoro diz que a festa deverá marcar o início da pré-campanha do seu partido, para os dois actos eleitorais deste ano, legislativas nacionais e autárquicas. Esse facto vai condicionar a mensagem que o MPT fará passar no evento. Quanto às legislativas a principal mensagem do partido é de que vale a pena votar MPT, por este dar garantias de estar na Assembleia da República de forma livre. Isidoro explica que os deputados a eleger pelo Partido da Terra, ao contrário de outros, que não nomeia mas claramente são identificáveis com os do PSD e do PS, que estão presos ou ao Governo regional ou da República, serão uma "voz livre" no parlamento nacional. Essa será a principal mensagem em que o partido vai basear o seu apelo ao voto dos madeirenses.Relativamente às autárquicas, outro compromisso: nas autarquias em que o partido eleger vereadores ou membros às assembleias de freguesia e municipais, será feita uma "oposição séria, responsável e construtiva".Nos mesmos moldesO presidente do MPT diz que o seu partido não quer uma oposição "só de conflito e de bota-abaixo", uma oposição que só luta por aparecer nas primeiras páginas dos jornais, mas que só aparece "por ofensas, como tem acontecido em alguns concelhos com os eleitos actuais".A festa do MPT vai decorrer nos mesmos moldes da do ano passado. Será uma espécie de arraial madeirense, onde não faltarão as tradicionais barracas de comes-e-bebes. A nível de animação, o MPT vai ter a mesma política que adoptou no ano passado: prioridade a artistas madeirenses. Com esta opção o partido alcança dois objectivos, promove os artistas da terra e faz uma festa relativamente barata. João Isidoro diz que o partido tem uma situação financeira "mesmo bastante difícil". O MPT vive "exclusivamente" das verbas que recebe da Assembleia, o que torna a sua vida "muito complicada", reforça o presidente do partido. Isso determina uma "gestão muito cuidadosa dos recursos financeiros" e uma festa a gastar o menos possível. O que não impede o desejo de contar com o presidente nacional do MPT, Pedro Quartim Graça. Ainda não está confirmada a presença, mas já existe convite. Há um ano que prédios rústicos não têm registo. O Movimento Partido da Terra - MPT esteve ontem em São Vicente para denunciar uma situação que se repete "há mais de um ano", e que impede as escrituras de prédios rústicos. É que o cartório local deixou de fazer o registo de "partes do artigo", o que significa a escritura de parcelas de terrenos ou de uma habitação dividida por familiares ou herdeiros. Segundo o líder do MPT-Madeira, João Isidoro, esta situação está a pôr em causa a economia das famílias e do Concelho. Em consequência da não realização deste tipo de escrituras, "uma família ou proprietário não pode construir uma casa de habitação familiar, nem concorrer a um projecto agrícola ou na eventualidade de querer vender o terreno", exemplifica. "É necessário uma alteração à Lei na Assembleia da República", garante. E desafia o Governo Regional a "se envolver com celeridade neste processo, no sentido de se ultrapassar estas questões legais", propõe. F. J. C

Partido vai candidatar-se a 50 câmaras municipais nas autárquicas Partido da Terra apresenta-se às legislativas em coligaçã

O Partido da Terra (MPT) vai apresentar-se às eleições legislativas de 27 de Setembro em coligação, disse hoje o seu presidente, Pedro Quartin Graça, sem no entanto adiantar mais pormenores. O partido vai também candidatar-se às autárquicas em 50 câmaras, muitas delas em coligação.

A decisão foi tomada pelo Conselho Nacional do MPT, que se reuniu para fazer o balanço das últimas eleições europeias e perspectivar as próximas eleições autárquicas e legislativas. "O Conselho Nacional decidiu constituir uma comissão que irá definir os contornos práticos da participação do MPT nas eleições legislativas mas é certo que irá apresentar-se em coligação", disse Quartin Graça, recusando adiantar mais pormenores sobre o processo.

Para as eleições autárquicas de 11 de Outubro, o MPT já decidiu concorrer em coligação com o PSD, CDS e PPM a seis câmaras municipais: Lisboa, Vila Franca de Xira, Azambuja, Alenquer e Faro. Outras coligações estão ainda a ser negociadas.

O MPT decidiu também concorrer com listas próprias a várias dezenas de autarquias, nomeadamente às da Madeira, à do Sabugal, Nelas, Vila do Bispo e Elvas. "Vamos concorrer a um total de 50 câmaras e assembleias municipais, seja em coligação ou sozinhos", disse o deputado, eleito nas listas do PSD.

O Conselho Nacional do MPT considerou que os resultados das últimas eleições europeias mostram "uma significativa e relevante subida" para este partido. "Conseguimos uma subida superior a 50 por cento", salientou o presidente do MPT. O MPT teve 23.400 votos nas eleições europeias de dia sete deste mês e nas de 2001 tinha tido 12.800 voto

Segunda-feira, Junho 29

Resultados finais das europeias fixam vitória do PSD em 31,71 por cento

O PSD venceu as eleições europeias de 7 de Junho com 31,71 por cento dos votos, tendo o PS obtido 26,53 por cento, de acordo com os resultados oficiais definitivos hoje publicados em “Diário da República”.

O mapa oficial dos resultados, divulgado pela Comissão Nacional de Eleições (CNE), revela que votaram no PSD 1.131.744 dos 3.568.943 eleitores (36,78 dos inscritos) que acorreram às urnas, contra 946.818 que optaram pelos socialistas.

A terceira formação política mais votada, o Bloco de Esquerda (BE), alcançou 10,72 por cento dos votos (382.667), seguida a curta distância pela CDU, com 10,64 (379.787 votos). O último dos partidos a conquistar um lugar no hemiciclo de Estrasburgo, o CDS-PP, obteve 8,36 por cento dos votos (298.423).

Os resultados confirmam a distribuição de mandatos resultante da contagem parcial: oito eurodeputados eleitos pelo PSD, sete para o PS, três para o BE, dois para o PCP e dois para o CDS-PP.

O Movimento Esperança Portugal (MEP), encabeçado pela jornalista Laurinda Alves, foi o mais se aproximou da conquista de um lugar em Estrasburgo, com 1,54 por cento dos votos (55.072), seguido pelo Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses (PCTP/MRPP), com 1,20 por cento (42 940).

Todas as restantes formações políticas ficaram abaixo de um dígito: Partido da Terra (MPT) com 0,67 por cento dos votos (24.062), Movimento Mérito e Sociedade (MMS), com 0,61 por cento e 21 738 votos, Partido Humanista (PH), com 0,48 por cento dos votos (17.139), Partido Popular Monárquico (PPM), 0,40 dos votos (14.414), Partido Nacional Renovador (PNR), com 0,37 por cento dos votos (13.214).

Dos 13 partidos ou coligações que se concorreram às eleições europeias, o menos votado foi o Partido Operário de Unidade Socialista (POUS), com 0,15 por cento dos votos (5.177).

Tal como em anteriores eleições europeias, o grande "vencedor" foi a abstenção: estavam inscritos 9.704.559 eleitores, mas apenas 3.568.943 se deslocaram às assembleias de voto (a que corresponde uma abstenção de 63,22 por cento).

Nas europeias de 2004 votaram 38,8 por cento dos eleitores e a abstenção situou-se nos 61,2 por cento, mas a taxa mais elevada foi nas eleições de 1994, quando se atingiu 64,4 por cento.

Os números finais da contagem indicam ainda um número elevado de votos em branco (165.830, 4,65 por cento) e 1,96 por cento (69.918) de votos nulos.

Terça-feira, Junho 23

RIBEIRO TELLES TINHA, UMA VEZ MAIS, RAZÃO

Macário Correia formaliza coligação hoje à tarde




O candidato social-democrata à Câmara de Faro Macário Correia faz hoje, às 18h00, no Hotel Eva, em Faro, a sessão pública de apresentação da coligação concorrente aos Órgãos Municipais da Cidade de Faro, que se apresentará ao eleitorado em Outubro próximo.




Na cerimónia, estarão presentes os responsáveis da candidatura e das entidades que se coligam - PSD, CDS-PP, MPT e PPM - «com o firme objectivo de ganhar Faro e de refazer da Cidade uma verdadeira Capital Regional», diz a assessoria de imprensa da campanha de Macário.

Na ocasião, Macário Correia fará uma declaração política, à qual se seguirá um período de perguntas colocadas pela imprensa.

Quando lançou a candidatura, Macário Correia não estava aberto a coligações porque os dados disponíveis apontavam para a sua vitória. Passados seis meses, há um volte-face e a formação de uma coligação abrangente.

Em finais de Março, aquando da sua deslocação a Bruxelas para participar no Comité das Regiões, Macário Correia, em declarações à Lusa, abriu a porta a este entendimento, afirmando que via com «interesse» e «simpatia» a congregação de vontades e que este era um assunto a ser analisado.

Depois disso, os populares terão reunido dados sobre hipóteses de votação dos cidadãos farenses, o que levaria ao empate entre social-democratas e socialistas, daí a abertura de negociações e a concretização de uma coligação abrangente ao eleitorado de centro-direita

... e os direitos dos profissionais de táxi?



Comunicado:


Por razões diversas, particularmente, as novas vias de comunicarão rodoviária, o aumento significativo de viaturas particulares e de transportes públicos e mais recentemente, a concorrência desleal, os táxis da Região atravessam há muito tempo, enormes dificuldades.

Entretanto e para dificultar ainda mais a vida destes profissionais, foram criadas., quer com apoio do Governo Regional de da C.M.F., quer de alguns privados, as seguintes empresas:

- A Empresa de Transporte de Doentes, retirando muitos serviços aos Táxis, no âmbito da segurança social, que na prática tem funcionado como um concorrente directo dos táxis;

- Agências de viagens de animação turística, outra concorrente;

- A linha ECO, da responsabilidade da empresa horários do Funchal, outra concorrente;

- Mais recentemente, a CMF associou-se à linha ECO, numa carreira entre o Centro e a Praia Formosa, outra concorrente;

Refira-se que, apesar da acentuada diminuição de serviços e da concorrência desleal, estes profissionais estão confrontados diariamente com as mesmas despesas fixas, independentemente do carro estar ao serviço ou parado, numa média de 40 euros diários.
Face à gravidade da situação, e sem pôr em causa as exigências da qualidade do ambiente e do ar, é urgente o Governo Regional e a C.M.F., repensarem esta actividade, adoptando no imediato medidas compensatórias, entre elas, a baixa de impostos (PEC e Segurança Social) e dos combustíveis, sob pena de colocar definitivamente em causa um sector com cerca de 800 viaturas envolvendo centenas de famílias.

Estas são algumas das preocupações que o MPT-Madeira fará chegar ao conhecimento do governo regional, da C.M.F., e da AMRAM.

Publicada por MPT - MADEIRA em 9:59

MPT candidata Marcelina Paixão




O MPT candidata uma professora de 34 anos a Santa Maria Maior
, com o intuito de, "no mínimo", na expressão de João Isidoro, ser a segunda força política na freguesia.Marcelina Paixão é professora do primeiro ciclo e, de acordo com o presidente do partido, tem uma vasta intervenção social, nomeadamente ao nível do ensino, da cultura e das actividades de recreação. Na política é uma estreia. A candidata foi apresentada neste fim-de-semana num encontro com militantes e simpatizantes do MPT, onde, segundo Isidoro, estiveram também militantes do PS. Pessoas que até poderão continuar a ser do PS mas que, ao que garante, dizem apoiar a candidata do MPT, por com ela se identificarem. O presidente do MPT diz que Marcelina Paixão é uma pessoa "muito considerada na freguesia" e que mantém bom relacionamento com um conjunto de instituições locais.

Domingo, Junho 21

MPT/SABUGAL

Isidoro acusa Arlindo de "promiscuidade" na Câmara




DN-Data: 21-06-2009
A troca de palavras 'pegou feio' entre o líder do Movimento Partido da Terra (MPT) e o presidente da Câmara Municipal de Câmara de Lobos, tendo o João Isidoro respondido, ontem, e na mesma 'moeda' às duras palavras de Arlindo Gomes. O primeiro chegou a acusar o segundo de promover a promiscuidade" na autarquia em benefício próprio. Por causa da resposta do autarca camara-lobense no DIÁRIO de ontem [pág. 15], João Isidoro questionou: "Quem é Arlindo Gomes para falar de legalidade e cumprimento da lei, em relação ao PDM e ao ordenamento do território?". E o líder do MPT-Madeira reafirmou o desafio que suscitou a polémica: "Foi uma proposta de grande seriedade e serenidade. Nada tenho contra os negócios do Arlindo, mas ele tem que dizer claramente aos munícipes do concelho se quer se presidente ou se quer continuar esta promiscuidade entre presidente e empresário, numa câmara que decide muitas coisas, algumas delas a seu favor". Continuando o 'contra-ataque', Isidoro disse que a reacção de Arlindo foi de alguém "incomodado" que "não tem argumentos para contrapor o desafio que lhe lancei". Para o candidato à autarquia, o actual edil reagiu "ofendendo e atacando". O caso do 'telhado da casa' de João Isidoro não caiu bem e a polémica construção de uma bomba de gasolina em Câmara de Lobos voltou à baila. "O telhado da minha casa não tem nada a ver com os milhões de euros que Arlindo Gomes poderá vir a ganhar com decisões que tomou na Câmara a seu favor e da sua família", acusou. "Eu teria a dignidade de não licenciar uma bomba de gasolina a meu favor e da minha família, contra outros concorrentes que já estavam no mercado mas que não tinham influência na Câmara". Disse ainda que Arlindo Gomes é "responsável activo pelo sofrimento de muitas famílias do concelho que esperam e desesperam pela aprovação de um projecto de habitação familiar, que só não é aprovado porque não foram feitos no gabinete do arquitecto Fraga. Tanto um como o outro têm cometido autênticos crimes contra os munícipes, que considero, mesmo, um caso de justiça". A finalizar, Isidoro diz: "É uma vergonha o PSD recandidatar uma pessoa que usa a Câmara para decidir projectos de milhões, onde ele é directamente interessado".
Francisco José Cardoso
Publicada por MPT - MADEIRA em 10:29

MPT cobra promessa da CMF quanto a uma estrada na Corujeira



Isidoro acusa a autarquia de Albuquerque de faltar a palavra às populações
DN-Data: 21-06-2009
João Isidoro foi ontem às zonas altas do Funchal cobrar uma promessa feita pela Câmara de Miguel Albuquerque, mas que tarda em ser cumprida.O presidente do Partido da Terra esteve mais concretamente no sítio da Corujeira para onde a CMF prometeu o alargamento de um beco, que serviria mais de uma centena de famílias.Isidoro diz que se trata de uma obra de custos relativamente baixos, até porque os moradores estão dispostos a ceder os terrenos de forma a viabilizar o alargamento.O MPT diz que as pessoas que acreditaram na promessa da autarquia foram enganadas. Trata-se de uma população que, como toda a restante do concelho, paga impostos e, por isso, deve ter os mesmo direitos e o acesso à mesma qualidade de vida. "O Partido da Terra solicita é que a Câmara do Funchal não se esqueça da promessa que fez e faça a estrada". Isidoro lembra que a CMF tem de ser uma pessoa de bem e, como tal, tem de cumprir as suas promessas. A incitava do MPT não foi apenas sobre a promessa em questão, alargou-se à falta de acessos rodoviários a muitos aglomerados populacionais.
Élvio Passos
Publicada por MPT - MADEIRA em 10:17

Sexta-feira, Junho 19

MPT pede apoio para agricultores




Jornal da Madeira / Região / 2009-06-19
O  Movimento do Partido da Terra esteve ontem no Jardim da Serra para recordar as palavras de Manuel António Correia, secretário regional do Ambiente e dos Recursos Naturais, que referiu que a agricultura passaria a dispor, entre 2009 e 2013, de cerca de 200 milhões de euros. João Isidoro disse que foi referido na Festa da Cereja que se os agricultores preciasarem de comprar alguma coisa, podiam pedir ao governo apoio de 65 por cento mediante a apresentação de factura. Assim, João Isidoro, depois destes quatro dias de temporal, aponta que o Executivo podia apoiar os mesmops agricultores que viram as suas colheitas estragadas. Estavam, disse, à espera do dinheiro destas cerejas para pagar as suas contas e sugere que o governo use o dinheiro para apoiar os produtores que ficaram prejudicados. O MPT pediu para a Junta de Freguesia se envolver neste apoio. O encontro com os agricultores teve mais de cem pessoas, referiu.

JM
Publicada por MPT - MADEIRA em 19:13